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NOVOS RESERVATÓRIOS DE ÁGUA

Obras dos novos Reservatórios em fase de finalização 

 

Seguem bem adiantadas as obras para reforçar o fornecimento de água em Casimiro de Abreu. Os novos tanques da Sede, dos Distritos de Professor Souza e Rio Dourado logo entrarão em operação. Tanto Professor Souza como Rio Dourado recebem um novo reservatório de 100 mil litros, passando dos atuais 65 mil para 165 mil litros. Esses investimentos estão sendo realizados com recursos da arrecadação da Autarquia Águas de Casimiro e Prefeitura.

 

A Sede, com população estimada em aproximadamente 22 mil habitantes recebe 3 km de novas adutoras de 300 e 200 mm, um reservatório de 100 mil litros no Alto das Palmeiras e outro reservatório de 1 milhão de litros, sendo o último, construído no alto do loteamento Monte Belo. Com as obras a capacidade de armazenamento da sede passará dos atuais 350 mil litros para 1,45 milhões de litros.

Adutoras de 300 e 200 mmAdutoras de 300 e 200 mm

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DSC06144 - CópiaNova Elevatória Alto das Palmeiras

Novo Reservatório Alto das PalmeirasNovo Reservatório Alto das Palmeiras

Novo Reservatório Professor SouzaNovo Reservatório de Professor Souza

Perda de água, um desafio!

Perdas de água: novo estudo mostra as perdas nos sistemas de distribuição, a baixa evolução desses indicadores e os grandes desafios para a solução.

Instituto Trata Brasil avalia as perdas de água no Brasil e nas 100 maiores cidades do país

capa-perdasA crise hídrica que marca algumas regiões do país, notadamente o Sudeste e Nordeste, vem sendo insistentemente discutida entre autoridades, formadores de opinião e sociedade nos últimos meses. Neste sentido, as perdas de água nos sistemas de distribuição existentes nas cidades é um assunto que vem recebendo destaque. Apesar dos indicadores de perdas serem ruins há muito tempo, a escassez de água está dando luz ao tema, o que é muito importante se realmente quisermos dispor de mais água num futuro próximo.

As perdas sempre foram um dos pontos frágeis dos sistemas de saneamento e das empresas que operam esses serviços, independentemente de serem públicas ou privadas. Os dados de perdas no país mostram a fragilidade da gestão de grande parte do setor, ao mesmo tempo em que traz desafios às três esferas governamentais.

Foi com base nesse cenário histórico de baixo avanço na solução para as perdas de água que o Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, lança esse estudo, intitulado, “Perdas de Água: Desafios ao Avanço do Saneamento Básico e à Escassez Hídrica”, e que tem como fundamento os dados mais recentes do Ministério das Cidades, especificamente no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS – ano de referência 2013). Em grandes números, os dados do SNIS 2013 mostram que as perdas na distribuição estão em 37% e que as perdas financeiras totais1 estão em 39%.

Se colocarmos em valores, uma perda financeira total de 39% significa que essa percentagem de recursos não entra na receita do setor. A água não faturada pelas empresas foi de 6,53 bilhões de m³ de água tratada, perfazendo perda financeira de R$ 8,015 bilhões ao ano. Tais perdas equivalem a cerca de 80% dos investimentos em água e esgoto realizados em 2013. Na projeção do estudo, se em cinco anos houvesse uma queda de 15% nas perdas no Brasil, ou seja, de 39% para 33%, os ganhos totais acumulados em relação ao ano inicial seriam da ordem de R$ 3,85 bilhões.

A título ilustrativo, o volume total da água não faturada (6,52 bilhões de m3 ) é equivalente à:

• 6,5 vezes a capacidade do Sistema Cantareira2 (1 bilhão de m3 ); ou

• 7.154 piscinas olímpicas perdidas ao dia; ou

• 17,8 milhões de caixas de água de 1.000 litros perdidas por dia.

• A produção de água de 5 anos da cidade de São Paulo e 6 anos do Rio de Janeiro, tendo como referente os valores de 2013.

Veja mais.... 

FONTE: www.tratabrasil.org.br                                                                                                             30/04/2015

 

CRISE HÍDRICA E SOLUÇÕES

ANA discute soluções para crise hídrica em evento para municípios
8/4/2015
Andreu (à dir.) fala sobre crise hídrica no Semiárido e no Sudeste
chamada

Nesta quarta-feira, 8 de abril, o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu, participou da Arena de Diálogos sobre Soluções Federativas para a Crise Hídrica durante o III Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável (EMDS), que acontece em Brasília de 7 a 9 de abril.

Durante o debate, Andreu falou sobre a crise hídrica provocada pelas chuvas abaixo da média no Semiárido, no Sistema Cantareira, na bacia do rio Paraíba do Sul e na bacia do rio São Francisco. Sobre o Cantareira, o dirigente apontou que a situação dos reservatórios ainda requer toda atenção, mesmo com as chuvas na região nos últimos meses. “Eu temo que estas chuvas estejam lavando a memória da seca, levando a um certo nível de distanciamento do problema. A crise de abastecimento em relação ao Sistema Cantareira continua muito grave”, afirma.

Para o diretor-presidente da ANA, a crise hídrica deve trazer um aprendizado de modo que a gestão de recursos hídricos seja aperfeiçoada para enfrentar os desafios do atual contexto de eventos críticos frequentes. “Teremos que olhar para o aprendizado desta crise para que possamos não passar novamente por este problema”, destaca.

Segundo Andreu, o domínio das águas superficiais – que a legislação divide entre União, estados e Distrito Federal – deve ser repensado em situações de crise para que a tomada de decisão seja mais ágil. Outro ponto levantado pelo dirigente foi a necessidade de a legislação considerar os impactos econômicos das medidas de restrição do uso das águas em situações de escassez. Conforme o diretor-presidente, um dos usos prioritários previstos na Lei das Águas é o consumo humano, que virou sinônimo de consumo urbano, conceitos diferentes de acordo com Andreu.

O terceiro ponto que deve ser debatido, de acordo com o dirigente, é a necessidade de se aprimorar o processo de regulação no Brasil de forma que ele seja transparente para a sociedade, como no caso da gestão dos reservatórios. “Do jeito que está hoje, ninguém sabe quais são as regras que efetivamente regulam os principais reservatórios brasileiros”, afirma.

Também participaram do debate o coordenador residente do Sistema ONU no Brasil, Jorge Chediek, que abordou as Metas de Desenvolvimento Sustentável que estão sendo discutidas internacionalmente e que contemplam os recursos hídricos. O presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Antônio de Carvalho Pires, falou sobre a importância do saneamento para a saúde dos brasileiros. O prefeito de Uberlândia (MG), Gilmar Machado, fechou o debate apresentando a importância da parceria entre os municípios para a preservação conjunta das águas e das bacias hidrográficas.

Produtor de Água

Das 16h às 18h desta quarta-feira, o coordenador de Implementação de Projetos Indutores da ANA, Devanir dos Santos, participa da mesa sobre Instrumentos da Gestão para a Manutenção de Florestas e Produção de Água. Em sua apresentação intitulada Alternativas para o Enfrentamento da Crise Hídrica e os Desafios Ambientais Urbanos, o coordenador falará sobre o Programa Produtor de Água, iniciativa da ANA que desde 2001 estimula ações de conservação de água e solo em municípios pelo Brasil.

 
Texto:Raylton Alves - ASCOM/ANA
Foto: Raylton Alves / Banco de Imagens ANA

OBRAS A TODO VAPOR

Prosseguem as obras de Investimentos para a captação, reserva e distribuição de água

Novo reservatório, no bairro Monte Belo, já começou a ser erguido

Prosseguem as obras para reforçar o fornecimento de água em Casimiro de Abreu. Várias ações já foram iniciadas e os investimentos estão sendo realizados tanto na sede do município quanto nos distritos. A previsão é que os novos reservatórios sejam entregues nos próximos 60 dias. Os recursos investidos são da Prefeitura por meio da Autarquia Águas de Casimiro e as construções foram licitadas no ano passado.

A obra mais importante é a construção do novo reservatório que está sendo erguido no bairro Monte Belo, na sede. Com a capacidade de pouco mais milhão de litros de água, o volume de reserva da sede  passará dos atuais 350 mil litros para um 1,45 milhão, contemplando cerca de 20 mil pessoas, entre moradores e comerciantes. ''Com esse novo reservatório o município iguala o fornecimento de água para toda sede de Casimiro de Abreu, a água vai chegar com a mesma intensidade para todos os bairros'' , explicou o presidente da autarquia Águas de Casimiro, Eliezer Crispim.

Os distritos de Professor Souza e Rio Dourado também estão sendo contemplados com esses investimentos. No primeiro, um novo reservatório vai aumentar o volume da reserva de 65 mil para 165 mil litros de água e também uma nova elevatória de água bruta está sendo construída na comunidade passando a capacidade da elevação de 9 mil litros  para 27 mil litros. Em Rio Dourado está sendo construído também um reservatório, que vai beneficiar ainda a localidade de Boa Esperança, pois uma nova adutora ligará as duas comunidades.

A autarquia tem investido com responsabilidade no município e dentre os ganhos  para a população da sede estão as melhorias na adutora e o reservatório do bairro Alto das Palmeiras, que vai aumentar a capacidade de reserva de 30 mil litros para 100 mil litros. De acordo com Eliezer o atual reservatório será retirado do Alto das Palmeiras, sendo destinado a outra comunidade.  “Estamos investindo bastante para melhorar o atendimento aos moradores do nosso município. Vamos encaminhar esse reservatório para uma outra localidade que ainda não definimos'', concluiu.

SECOM PMCA- Publicado em 6/3/2015